Plantas de folhagem
Costela-de-adão-miúda
Monstera adansonii Schott
Também chamada de Monstera adansonii, Buraco-de-queijo, Filodendro-esqueleto.
Folhas perfuradas em versão compacta, ideais para cachepôs suspensos e tutores pequenos.
Plantas de folhagem
Monstera adansonii Schott
Também chamada de Monstera adansonii, Buraco-de-queijo, Filodendro-esqueleto.
Folhas perfuradas em versão compacta, ideais para cachepôs suspensos e tutores pequenos.
A adansonii tem o mesmo recurso morfológico da costela-de-adão — perfurações na lâmina — em escala muito menor e com distribuição diferente: os buracos são ovais, numerosos, distribuídos por toda a superfície, e não há recortes até a borda. Uma folha adulta mede de 15 a 30 centímetros.
A grande vantagem prática sobre a prima maior é o porte. Enquanto a Monstera deliciosa exige espaço de piso considerável, a adansonii funciona em cachepô suspenso, em prateleira ou em tutor de fibra de 60 centímetros, cabendo em apartamentos pequenos.
Ao contrário da deliciosa, esta espécie já apresenta perfurações desde jovem, o que significa que não é preciso esperar anos pelo efeito característico. Em compensação, as folhas nunca alcançam o porte dramático da outra.
Luz indireta média
Luz indireta média a intensa, sem sol direto. Em luz baixa, as folhas novas saem menores e com menos perfurações, além de os entrenós se alongarem. É mais tolerante à sombra do que a costela-de-adão, mas o efeito ornamental depende de boa luz.
Rega moderada
Regue quando os dois ou três primeiros centímetros do substrato estiverem secos. Por ser frequentemente cultivada em cachepô suspenso, com pouco volume de substrato e muita exposição ao ar, seca bem mais rápido do que a costela-de-adão no chão. No inverno, em ambiente fechado, a demanda cai muito — verifique antes de cada rega.
Não existe intervalo fixo
A necessidade de água muda com a temperatura, a umidade do ar, a ventilação, o material e o tamanho do vaso, a composição do substrato e a estação. A mesma planta pode pedir água a cada poucos dias no verão e passar semanas sem precisar no inverno. Verifique o substrato antes de cada rega, em vez de seguir um calendário. Ver o guia de rega →
Rara em cultivo interno, restrita a exemplares adultos conduzidos em altura. Produz a espata creme característica das aráceas.
Luz insuficiente ou planta em fase muito juvenil. Aproxime de janela clara e ofereça suporte para escalar.
Ar seco. É o sintoma mais característico da espécie em ambientes climatizados.
Estiolamento por luz baixa e falta de poda. Corrija a posição e pode as pontas.
Excesso de água em cachepô sem drenagem adequada. Verifique se o recipiente drena de fato.
Toxicidade relatada em fonte Há registro de toxicidade em pelo menos uma das obras de referência que consultamos, para pessoas, para animais ou para ambos.
Contém cristais insolúveis de oxalato de cálcio. A mastigação provoca ardência imediata, salivação e edema de boca e garganta; a seiva irrita pele e olhos.
A ASPCA registra Monstera como tóxica para cães e gatos, com irritação oral intensa, salivação excessiva, vômito e dificuldade de deglutição. Em cachepôs suspensos de altura média, as hastes cadentes ficam especialmente acessíveis a gatos.
Avaliação baseada em: ASPCA — American Society for the Prevention of Cruelty to Animals; Royal Horticultural Society (Reino Unido).
Em caso de suspeita de ingestão
Procure imediatamente um veterinário, no caso de animais, ou um serviço médico, no caso de pessoas. No Brasil, o Disque-Intoxicação do Ministério da Saúde atende pelo 0800 722 6001. Leve uma amostra da planta e informe o nome científico. Guia de segurança →
Obras consultadas na redação e na revisão desta ficha. Os links levam ao catálogo público de cada instituição; busque pelo nome científico Monstera adansonii.
Última revisão desta página em 11 de setembro de 2026.
Plantas relacionadas