Plantas de folhagem
Aglaonema
Aglaonema commutatum Schott
Também chamada de Nova-vida, Pé-de-moleque.
Folhagem de nervuras contrastantes que aceita luz baixa e traz cor sem depender de floração.
Plantas de folhagem
Aglaonema commutatum Schott
Também chamada de Nova-vida, Pé-de-moleque.
Folhagem de nervuras contrastantes que aceita luz baixa e traz cor sem depender de floração.
A aglaonema resolve um impasse comum do cultivo interno: ter cor em ambiente sem luz suficiente para florescer. A cor está na própria folha — prateada, creme, rosa ou vermelha, distribuída em manchas ao longo das nervuras — e não depende de estação nem de floração.
A planta cresce em touceira ereta a partir de um caule curto que, com o tempo, se alonga e se deita, deixando a base desnuda. É um comportamento natural da espécie, não um problema de cultivo, e se corrige com poda ou replantio mais fundo.
Uma distinção importante: as cultivares de folhagem predominantemente verde e prateada são as que realmente toleram sombra. As seleções rosas e vermelhas precisam de luz consideravelmente maior para manter o pigmento; em ambiente escuro, a folha nova volta ao verde e a planta perde exatamente o atributo pelo qual foi escolhida.
Tolera pouca luz
As cultivares verdes e prateadas toleram bem luz baixa, inclusive iluminação artificial de escritório. As de folhagem rosa ou vermelha exigem luz indireta média a intensa para manter o pigmento. Nenhuma delas aceita sol direto, que queima a folha rapidamente.
Rega moderada
Regue quando os dois ou três primeiros centímetros do substrato estiverem secos, mantendo umidade leve e constante no restante do vaso, sem saturação. A necessidade cai bastante em ambientes frios, escuros ou com vaso grande, e sobe em varandas ventiladas no verão. Sensível a flúor e cloro em concentração alta: se a água da torneira produzir pontas marrons persistentes, experimente água filtrada ou deixada em repouso.
Não existe intervalo fixo
A necessidade de água muda com a temperatura, a umidade do ar, a ventilação, o material e o tamanho do vaso, a composição do substrato e a estação. A mesma planta pode pedir água a cada poucos dias no verão e passar semanas sem precisar no inverno. Verifique o substrato antes de cada rega, em vez de seguir um calendário. Ver o guia de rega →
Produz ocasionalmente a espata típica das aráceas, esverdeada ou creme, pouco vistosa. Muitos cultivadores a removem para que a planta concentre energia na folhagem, que é o atributo ornamental.
Ar seco, excesso de adubo ou sensibilidade a componentes da água. Reveja a umidade do ambiente e lave o substrato com rega abundante uma vez.
Dano por frio, especialmente em exemplares expostos a corrente de ar em noites frias. As folhas afetadas não recuperam e devem ser removidas.
Luz insuficiente para sustentar o pigmento. Aproxime de janela com luz indireta intensa, sem sol direto.
Comportamento natural de planta madura. Renove por estaquia da ponta ou replante enterrando parte do caule.
Toxicidade relatada em fonte Há registro de toxicidade em pelo menos uma das obras de referência que consultamos, para pessoas, para animais ou para ambos.
Contém cristais insolúveis de oxalato de cálcio. A mordida em folha ou pecíolo provoca ardência intensa e imediata na boca, salivação e inchaço; o contato da seiva com os olhos é bastante irritante.
A ASPCA registra Aglaonema como tóxica para cães e gatos, com irritação oral, salivação excessiva, dificuldade de engolir e vômito entre os sinais descritos.
Avaliação baseada em: ASPCA — American Society for the Prevention of Cruelty to Animals; North Carolina State University — Cooperative Extension.
Em caso de suspeita de ingestão
Procure imediatamente um veterinário, no caso de animais, ou um serviço médico, no caso de pessoas. No Brasil, o Disque-Intoxicação do Ministério da Saúde atende pelo 0800 722 6001. Leve uma amostra da planta e informe o nome científico. Guia de segurança →
Obras consultadas na redação e na revisão desta ficha. Os links levam ao catálogo público de cada instituição; busque pelo nome científico Aglaonema commutatum.
Última revisão desta página em 11 de setembro de 2026.